domingo, 31 de agosto de 2014

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Apenas 15% dos eleitores usarão urnas biométricas



As urnas eletrônicas biométricas serão usadas na identificação dos eleitores em 762 municípios, no pleito de 2014. 21,6 milhões de pessoas, cerca de 15% do total de eleitores do país, terão acesso à nova tecnologia.

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“É o processo mais seguro que existe”, garantiu à Agência Brasil o secretário de Tecnologia da Informação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Giuseppe Janino. Segundo ele, o propósito de usar a biometria é reduzir a intervenção humana no processo eleitoral ao máximo e, consequentemente, reduzir também os riscos de erros, fraudes e lentidão. “Podemos dizer que não existe sistema perfeito, mas certamente a identificação biométrica é infinitamente mais precisa e segura que a identificação normal, feita pelo homem”, destaca.

Sem o uso da biometria, os eleitores têm sua identidade comprovada pelos mesários, que comparam os documentos e depois liberam o uso da urna.

O argumento do TSE é que o sistema biométrico reduz de riscos de fraudes, mesmo com a maior demora em liberar a urna para votação.

“Qualquer método de identificação biométrica será baseado em alguma técnica probabilística, envolvendo reconhecimento aproximado de padrões – entre um padrão cadastrado e um apresentado –, e, por isso, será sempre sujeito a erros. Usado em larga escala, como em nosso processo de votação, esses erros se tornam inevitáveis, e com porcentagem de ocorrências previsível”, afirma o professor Pedro Antonio Dourado de Rezende, do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Brasília (UnB).

Segundo o estudioso, quando o leitor ótico não conseguir identificar a digital (falso negativo), o mesário terá que fazer a identificação (por meio dos documentos do eleitor) e usar uma senha própria para liberar a urna para votação. Na opinião do professor, pessoas desonestas podem usar a senha para liberar a urna para alguém votar por eleitores que se abstiveram, no fim do dia.

Ouvido pela Agência Brasil, o professor Luís Kalb Roses, do curso de mestrado em Gestão de Tecnologia da Informação da Universidade Católica de Brasília, afirmou que a solução para as suspeitas está em promover auditorias no processo e buscar a certificação do sistema utilizado. “A biometria é uma solução tecnológica para a autenticidade. Agora, uma coisa é o equipamento que você coloca o polegar. A outra é o processo que faz o confronto dessa digital com a que está no banco de dados. Então o processo de verificação dessa digital tem que estar funcionando a contento. Por isso, é importante ter sempre auditorias”, diz.

O professor Kalb concorda, no entanto, que a biometria é uma “excelente opção tecnológica para identificar o usuário”. “A solução de biometria faz parte de uma solução de segurança, mas só ela não garante toda a segurança do processo”, diz.

Atualmente, a identificação por meio da digital é utilizada, entre outros setores, pelo sistema bancário para autorização de transações como saques e retirada de extratos em caixas eletrônicos.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

10 Segredos de um Relacionamento Duradouro




Será que o segredo da felicidade de um casal pode se resumir a 10 palavras? Provavelmente não. Mas é possível, com elas, analisar a relação, prevenir ou resolver problemas e renovar a principal: amor
Um relacionamento duradouro se constrói à dois, dia a dia. A paixão definiu o ponto de partida. O amor se tornou a base. E com ele vieram a amizade, o carinho, o respeito, o companheirismo. Com a decisão de casar e viver juntos veio também a responsabilidade: como manter isso tudo vivo? É importante ver a relação como um caminho que os dois escolheram trilhar de mãos dadas. E para que essa caminhada dure e seja feliz, é preciso, a cada gesto, relembrar, fortalecer e renovar os motivos que motivaram o primeiro passo.

Acreditando que sua relação partiu de uma linda história de amor, o Guia de Casamento separou para o casal 10 palavras básicas para que esse conto de fadas possa ser sustentável e duradouro. Lembrando que tudo principia com um sentimento puro e um compromisso mútuo de respeito e felicidade.

As 10 Palavras que Fazem a Diferença:

Caminhando juntos e felizesCompanheirismo: Um amor companheiro é aquele que aprende a ceder, a estar presente em situações que não são as suas prediletas (mas que podem até vir a se tornar), por respeito e carinho. O companheirismo leva à cumplicidade, fazendo o casal se entender com um simples gesto ou olhar. Admirar e defender o outro também faz parte.

Liberdade: Casamento não é mesmo prisão. Permaneçam livres e independentes. Não percam suas personalidades. Ceder às vezes, sim. Mas anular-se, nunca! Mantenham suas profissões, a família, os amigos, enfim, suas identidades. Descubram como conciliar isso com a vida a dois.

Autoestima: Cuidem-se sempre. O primeiro segredo para ser amado (e continuar sendo) é amar-se. Após o casamento, junto como a rotina, filhos, etc. muitas vezes vem o descuido pessoal. Não deixem de cuidar da saúde, da higiene e da beleza. Um cabelo diferente, uma roupa nova, um hábito saudável, podem fazer milagres.


Respeito: Sejam tolerantes com as falhas do outro, aprendam a aceitar as diferenças e idiossincrasias de quem você ama. Cada um tem as suas. Descubram como se superar e evoluir juntos. Respeitar as escolhas do outro também é fundamental, às vezes as pessoas precisam aprender com os próprios erros. E lembrem-se que, quando acaba o respeito mútuo, o relacionamento fica cada vez mais difícil.

Diálogo: Aceitar os defeitos não significa guardar ressentimentos e mágoas. Falem o que está sentindo de forma clara e gentil, não em tom de crítica. Reserve tempo na relação para expressar seus sentimentos e, também, ouvir o outro. Não basta esperar a oportunidade, é preciso preparar o clima, abrir espaço para a conversa. A infelicidade é irmã do silêncio.

Mudança: Enfrentem a rotina, mudem a forma de fazer as coisas do dia a dia, acrescentem novidades, por menores que sejam. Um ingrediente diferente pode mudar completamente o sabor de um prato comum.

Surpresa: Experimentem coisas novas, novos lugares, novas atividades, novos círculos de amizade, quem sabe até uma renovação de votos do casamento. Aprendam coisas diferentes, juntos ou individualmente. Presentes e mimos fora das datas especiais também são bem vindos!

Elogio: Cultivem uma atitude positiva. No lugar da crítica, um elogio. No lugar da reclamação ou do sarcasmo, uma brincadeira descontraída. Lembrem-se dos motivos que os levaram ao altar.

Toque: Mantenham o contato físico. Um toque, um carinho, um abraço, são vitais para garantir a troca de energia e manter o clima de romance e a sensação de “presença emocional”.

Intimidade: Além do carinho, a vida sexual também precisa de cuidados para não cair na mesmice. A falta de sexo pode ser tão prejudicial ao relacionamento quanto uma rotina sexual sem novidades. E trazer o novo para os momentos de intimidade é tarefa dos dois!

Todos esses conselhos são resultado da observação e dos diversos estudos realizados ao longo da história dos relacionamentos humanos. Mas não existem receitas prontas para a felicidade. Cada casal deve descobrir seus próprios meios para tornar sua relação perene e feliz. O importante é que essa tarefa seja natural, permanente e, principalmente, mútua.

Cuidado com os Piercings na boca






O que é um piercing na boca?

É qualquer tipo de piercing que pode ser na língua, nos lábios ou nas bochechas. Nos anos mais recentes, os piercings na região da boca têm se tornado uma forma de expressão individual. Como o piercing na orelha, os brincos e anéis de metal colocados na boca são de diferentes estilos e compreendem peças como pinos, tarraxas e argolas. Mas o piercing colocado na língua, lábios ou bochechas envolvem riscos maiores do que os colocados na orelha. Antes de perfurar qualquer parte, dentro ou fora da boca, converse com seu dentista.

Quais os riscos deste tipo de piercing?
É possível que você desconheça os efeitos colaterais que um piercing oral oferece. Estes efeitos são:

Infecção — A boca contém milhões de bactérias que podem causar infeções depois de um piercing oral. Tocar as partes de metal depois de colocados na boca também torna maior o risco de se contrair uma infecção.

Sangramento prolongado — Caso um vaso sangüíneo seja perfurado pela agulha durante o procedimento de colocação, pode haver um sangramento difícil de ser controlado com perda excessiva de sangue.

Dor e inchaço — São sintomas comuns de piercing na boca. Em casos mais sérios, se a língua inchar demais, poderá fechar a passagem de ar e dificultar a respiração..
Dentes danificados — contact O contato com a jóia pode danificar o dente. Dentes com restaurações - por exemplo, coroas ou jaquetas - também podem ser danificados pelas peças de metal.

Ferimento na gengiva — As peças de metal não só podem ferir o tecido da gengiva que é sensível, mas também podem causar retração gengival. A retração gengival tem aparência desagradável e torna seus dentes mais vulneráveis a cáries e a periodontite.

Interferência com a função normal da boca — As jóias aumentam a produção de saliva, impedindo que você pronuncie corretamente as palavras e também dificultam a mastigação.

Doenças transmissíveis pelo sangue — O piercing da boca foi identificado pelo Instituto Nacional de Saúde como uma possível forma de transmissão da hepatite B, C, D e G.

Endocardite — O piercing oral pode causar endocardite, que é a inflamação das válvulas e dos tecidos cardíacos. A ferida causada pela perfuração dá às bactérias da boca a oportunidade de entrar na corrente sangüínea, podendo chegar ao coração.

Quanto tempo dura um piercing?

Se você não contrair nenhuma infeção e seus piercings orais não interferirem com as funções normais da boca, podem ser usados de forma permanente. Mas, não deixe de ir ao dentista se sentir qualquer tipo de dor ou algum outro problema. Por causa dos riscos envolvidos mesmo depois que a ferida da perfuração desaparece (como é o caso de engolir peças soltas ou danificar os dentes), a melhor coisa é não fazer piercing oral.